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sábado, 20 de dezembro de 2008

Alguém

Essa noite alguém chorou em meu ombro, calou em meu peito, gemeu baixinho de dor. Alguém queria abrigo, consolo, carinho... Alguém queria se sentir amado, querido, acolhido. Alguém queria simplesmente ser alguém para alguém.
Conversas noturnas, confissões tímidas, olhares indiscretos. Beijo acanhado, abraço apertado – alguém querendo abrigo.
Juras de amor, promessas de futuro – casa, filhos, felicidade. O cheiro da necessidade, da paixão enrustida por entre as lágrimas, o coração acelerado de ansiedade. A noite é tão curta, às vezes tão fria, querendo ser quente, às vezes tão quente sendo forçada a esfriar. Alguém sofre em silêncio gritando por ajuda, alguém padecendo por um sentimento puro, mas dolorido.
Alguém se esvai a cada palavra, a cada gesto. Um sentimento querendo brochar, outrem tentando abafar. Alguém chora, se sente perdida.

Quem é mesmo esse alguém? Esqueci de perguntar.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Conjugando

Eu – bebo por mim
Tu – bebo pela falta
Ele(a) – bebo, só bebo
Nós – bebo deliciosamente
Vós – bebo em comunhão
Eles(as) – bebo por tudo e todos

Não importa a pessoa, tempo ou conjugação. Bebo porque beber é uma arte.
Quem sabe, qualquer dia desses eu não beba você?!

=)

sábado, 13 de dezembro de 2008

Nossa música não toca mais

O meu velho radinho de pilha tocou aquela nossa música, lembrei de você. Lembrei do seu sorriso, da sua cara de amor, do seu abraço - chorei. Chorei por ver naquela letra toda nossa felicidade, por ver em mim toda essa saudade. A melodia se faz tão presente, a cada acorde eu fico um pouco menos, você vai um pouco mais. Vai no tom, no som, na letra perfeitamente sincronizada.
Já não escuto a música, eu sou a própria música que chora no radinho de pilha, você me ouve? Você pode me sentir? Queria tocar você, em você. Tocar seu coração, embalar outra vez os seus sonhos, fazer parte dele. Sentar ao seu lado, ouvir músicas sobre o nosso amor. Você de melodia, eu de letra... Que nos toquem no radinho!
A música está chegando ao fim, e a mesma saudade toca em mim. Desliguem o velho radinho que me faz chorar, não quero ouvir música, não quero lembrar. Lembrar que ainda sou você, que ainda escrevo por nós.
O velho radinho de pilha parou, ele não toca mais a nossa música, ele não canta mais o nosso amor.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

É fantasia, é ficção

Você agora deu pra beber nos bares que freqüento, passeia pelas ruas que escrevi minhas várias histórias, despe seu corpo com outro na mesma cama que eu adormeci tantas noites. Você agora deu pra me ligar vez em quando, me chamar de querida, me querer de comida, de água e o escambau. Você usa minhas roupas, meu perfume, e até o meu baton, me chama pela tarde, mas eu quase nunca estou. Você me escreve cartas indiretas, se maqueia só pra se mostrar mais feliz, fala de amores antigos e dos que estão por vir. Isso são apenas máscaras, daquelas que eu te vi usar por aqui. Um dia a casa cai, nada fica no lugar, e aí? Você volta correndo, correndo pelos caminhos que o tempo já modificou, não se encontra, não me encontra. Bebe mais um gole de cerveja, procura por minha saliva, deita na cama vazia, grita por estar sozinha. Os sonhos já não existem, se tornaram miragem das tuas mentiras, mentiras que me contas tentando me ferir, me abrir. E se me abre, por que não me toma? E se me quer, por que não me come? Você agora deu pra sorrir por aí, com aquela risada que eu registrei na velha fotografia estampada no porta-retrato. A fotografia ficou, a gente não, a gente nem existe, nunca existiu, a gente é fantasia, é ficção. Você agora deu pra me provocar ciúmes, quer ver minha cara feia, meu instinto animal. Você coloca a melhor roupa, só pra me ver olhando, sai com o melhor perfume, aquele todo especial da primeira vez, fica na esquina me esperando passar, quer ver minha cara de perturbada ao te encontrar. Agora você deu pra ler os livros que leio, só pra saber que palavras usar, ouve as músicas que escuto, me dedica letras que fazem chorar.
Agora você deu pra vasculhar minha gaveta, minha bolsa, minha carteira. Bagunça todo meu interior, diz que está procurando algo, você não encontra, volta a procurar. Fico de pernas pro ar, virada de ponta cabeça e você vai embora. Vai beber naquele bar, no mesmo bar que deixei cair minha roupa, minha carne, foi lá que perdi meu lugar. Agora você quer me cobiçar, apela pra minha luxúria, pr´essa falta de ar. Eu já mudei de cidade, transformei a rotina, virei bailarina. Eu já nem canto, nem durmo, já não como e nem choro, já nem deito e nem ando, já não peço ou imploro. Eu já nem sei se estou, se fiquei ou se fui. Divida essa cerveja comigo, deixe escorrer esse álcool em mim, até parar no meu umbigo.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Sentença - III

Pensamento do dia:

1 - Nunca termine um namoro no período de conclusão de curso, isso pode acarretar danos gravíssimos em pessoas sentimentais.

2 – Não sinta sono mesmo tendo dormido apenas 1h30mim na noite. Isso pode causar-lhe mau humor que em nada vai ajudar no progresso das atividades.

3 – Sempre existe o lado positivo da coisa e pensar nele é um consolo.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Sentença - II

Pensamento do dia: Não seja tolerante com irresponsabilidade de prestadoras de serviço. Faça cara feia, chame palavrão, solicite a presença de um responsável imediatamente. Resultado: Eles olham na sua cara e percebem que você não está nem um pouco afim de “brincar” e resolvem logo o seu problema.
Funciona!!! =D

A coelhinha comedora de cenoura


Ahhhhhhhh... Nem terminou ainda e já estou com saudades (eu e minhas saudades antecipadas ¬¬) das conversas matinais dentro da kombi. Um dos transportes que utilizo há um ano para chegar no trabalho (depois ainda pego um ônibus).


E a conversa interessante de hoje foi:

-Como fuder o cu do seu amigo com um potinho de maionese

Nota: No percurso da semana passada ouvimos no rádio a notícia de que um homens após trocar afagos íntimos com o amigo, foi parar na restauração com dores fortes no estomago.

Motivo: O amigo (só se for da onça), no calor do momento introduziu um pote de maionese no cu do outro.
Eis que eu levantei a seguinte questão: Será um cu? Será um bueiro? Sim, porque para agüentar um pote grosso daquele...rs Enquete lançada!
O negocio é que esse assunto se estende até hoje, nos fazendo rir horrores. Hehehehehehe =D

Conversa vai, conversa vem...

Pauta do dia: Onde encontra a rola (orgão sexual masculino) de ouro? (pauteira: minha mãe)

Nota: Minha mãe se desiludiu tanto com seus amores ao longo da vida, que tudo pra ela se resume em: Não serve? Manda rodar. Se tudo fosse tão simples assim, né? E ela não entende... Bate o pé dizendo que vai-se um rola, vem dezoito! Calma aê mãe, quem tá falando nisso? Estamos falando de s-e-n-t-i-m-e-n-to. Falar de amor é meio batido, né? Então que falemos “daquilo”.

Declarações:

“ Tem carinho que a gente nunca esquece, principalmente se ela faz gostoso”

“ Rola é rola, fecha o olho e come assim mesmo”

“ Sempre tem aquela inesquecível, aquela que podemos chamar de rola de ouro”

“ Existem as de prata, bronze, não as desprezem”

“ Na minha idade já não importa se é de ouro, prata ou bronze. Se coçar, vai até com a cenoura”

“ Então quer dizer que você é uma coelhinha que adora cenouras? (rs)”
pausa para muitos risos


“ Já tirei a cenoura da minha cama, porque depois o povo vai achar que tô usando mesmo”

“ Vai ficar mal falada hein? Nessa idade, comendo cenoura assim...”

Droga! Chegamos ao destino. Desce todo mundo..

-Tchau gente, até amanhã! (todos se despedem)

“ Tchau coelhinha, cuidado com a cenoura!! ( diz alguém ao longe)

Conclusão: Conversa produtiva no inicio do dia é um ótimo estimulante para o trabalho. Hahahahahaha... A-D-O-R-O \O/ \O/

domingo, 30 de novembro de 2008

Chateações - Parte III

Que esse domingo não termine tão ruim quanto começou...
Ontem, antes de deitar para dormir estava com a cabeça tão acelerada de preocupações que resolvi ler um pouco, talvez me ajudasse a relaxar um pouco. A idéia era reler alguma coisa do Neruda (grande!!), mas quando cheguei juntos aos livros lembrei que ainda não tinha lido nada do Monte Cinco (Paulo Coelho), o coitado já estava todo empoeirado pelo tempo, a espera de que um dia eu pudesse ao menos pega-lo. Todos merecem uma oportunidade, né? Deitei na cama, puxei o velho e companheiro óculos de leitura e comecei a viajar por entre as linhas. Não demorou muito, foram apenas 50 páginas, afinal, eu estava com preocupações demais para continuar. Fiquei pensando na morte da bezerra por não sei quanto tempo, até que finalmente adormeci.
E agora fico me perguntando: Dormi mesmo ou passei a noite lutando com os travesseiros? Putz!!! Acordei com a coluna ferrada, quanta dor, tudo tão tenso (saco). Por sorte, eu sempre ando com Salompas na bolsa, e agora estou aqui, com as costas cheias daqueles trecos colados (que ajudam bastante).

*precisando daquela massagem

Já estou tomando antiinflamatório há uns quatro dias e até agora nada, pqp! Esse pressão que eu sinto na cabeça que não me deixa em paz é muito foda. Tem horas que falta paciência, mas... Eu não tenho muita escolha, então... =S Se eu tivesse bebendo já estaria melhor (hehehehehe), quando eu resolvo fazer as coisas certinhas nunca dão certo, que coisa! =D

*pensando no que escrever pro editorial

Tenho reclamado tanto esses dias que até eu me canso...rs Eu sou reclamona mesmo, e daí? Dane-se!

Agora vou indo, tenho que escrever mesmo esse editorial URGENTE.

* ai minha coluna! =/


Ouvindo: A música que minha mãe está ouvindo na sala ¬¬ (Roberta Miranda)

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Escuta... Parte - II

O que seriam dos meus versos se não fosse esse amor que carrego por ti?Se é dele que se transforma em palavras entre as linhas da minha pena. Palavras para te alcançar onde estiveres - onde estás?Tu nasces em mim me enebriando os pensamentos, aumentando ainda mais minha loucura - essa loucura de amar como te amo. Sem amarras, sem barreiras, sem limites...Queria dizer-te os mais lindos versos, mais nada se equipara a beleza do teu ser envolvente, penetrante, que me invande sem ao menos pedir licença.Um dia seremos apenas nós, só nós... Longe de toda essa gente que tenta nos aprisionar, que tenta castigar esse amor que sentimos.Te quero de alma lavada, de peito aberto... vem!Sorria para mim meu amor, sorria que teu riso me liberta, me leva para mais perto de ti.

És e serás sempre - meu amor.

Escuta... Parte - I

Que olhos tenho eu?
Depois qu´esse meu louco coração passou a querer ver-te mais de perto...
Saudade é o que minha boca cala no cair da noite, no clarear do dia.
E se escondes de mim assim? Bela menina... Alimenta-me com teu brilho, com a tua proteção divina.
Os meus versos são tão tristes quando não estas, minh´alma se contrai ao pensar em ti, ao sonhar com teus lindos olhos.
Não fujas de mim luz dos meus dias, não me negue o seu contentamento, a sua paz.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Entranhas profanas


Estou condenada, aprisionada em você
Você envenena minh`alma com esse sorriso
Vai me cortando pedaço por pedaço
Quanta sombra em meu olhar
Quão frio se tornou esse lugar..

Já não consigo pensar sobre você
Tem me refletido a dor - o amor
Que rasga minh´alma e me joga fora
Como um lixo perdido - solto e escondido
Jogado dentro de todas suas fúteis lembranças....

Não existem razões, motivos...
São apenas torturas desse teu ser sujo – que amo
Essa linha já não é mais reta, perdi minha meta
Me acerta!
Já que sou teu alvo, teu escravo...

E me mato numa fantasia que me consome
Me toma, me bebi e se envaidece de existir
Que me joga e me consume - nua
Perdida nas imagens de ti - miragens de mim
Que não te doem, nem comove

És mesmo carne? Ou até isso são alucinações?
Vibrações da minha mente insana
Que febril ardor, nesse torpor de pensamentos – tormentos
Anseio teu intimo mesmo que pra isso tenha que matar o meu
Nasço do teu ventre, das sensações mais estranhas

Do teu gozo alheio, da tua boca louca
Cresço em tuas entranhas e me mato no teu veneno
Tento cortar a carne e te possuir - ter
Mas não faço nada - nada além de morrer
Morrer por não te ter - viver e te perder.

Por: Tatiane Trajano & Elton Carlos Assis

*E tem dias que a gente tira até pra fazer parceria nas poéticas,né? Relembrando os velhos tempos em sala de aula... Esse acabou de sair, via MSN.

Solitário

E minh´alma sombria ela não entendia
Me queria ver rindo
Mas não entendia que até o meu riso eram lágrimas
Lágrimas de uma dor incerta, angustiante...
O meu canto suava como ruído aos seus ouvidos
Eram minhas dores sendo extravasadas
E nem isso você entendia, querida
Você me olhava e não me via
Por mais que eu estivesse exposta
Ainda assim você não enxergava
Esse meu ser nefasto, solitário

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Sentença - I


Pensamento do dia:
Pessoas estúpidas merecem tratamentos estúpidos, ou melhor, não merecem absolutamente NADA.
Se um desses “cavalos” cruzar o seu caminho, simplesmente ignore e siga em frente, afinal, quem gosta de lhe dar com animais é o Ibama.

Game over



Você me liga no meio da noite
Sua voz tem um ruido estranho
Eu te pergunto o que aconteceu
Você me nega as respostas
Me pedi para esquecer tudo
Esquecer de você


Você deve está brincando
Mais um jogo de amor
Desses que você adora fazer
Você não pode está falando sério
Tudo parecia tão bem
Eu estava tão bem


Você preferi me ver ao chão
Suplicando por esse falso amor
Eu morreria cem vezes se fosse preciso
Eu cairia todo dia por você


Você deve está brincando
Mais um jogo de amor
Game over para mim
É isso que você me diz


Não vá ainda
Eu posso tentar te fazer feliz
Mesmo que eu caia todos os dias por você
E eu morreria cem vezes se fosse preciso
Esse é mais um jogo seu
Desses que você adora brincar
Game over para mim
É isso que você me diz.

Chateações - Parte II

Estou aqui estressadissima da vida. Final de período não é brincadeira, ainda mais quando é o ultimo dos quatro anos da bendita graduação. Eu tenho que reclamar mesmo, algum problema?! Ah bom, pensei! ¬¬
Existem dias que é bem melhor nem sair de casa, essa segunda-feira foi um desses dias. Primeiro eu tenho que me sujeitar a andar com gente “folgada” perto de mim dentro do ônibus. O povo é meio sem noção, senta no busu como se estivesse em casa, de pernas bem abertas, nem aí pra nada... Me polpe!
Ao menos no trabalho, a manhã foi tranqüila, ganhei até presentinho da chefe...rs Final de expediente, voltando pra casa num calor infernal, vocês não fazem idéia do quanto que Recife está quente (“na barriga da miséria nasci brasileiro” – by Cássia Eller). Nasci em terra quente, mas não suporto calor, quem me conhece sabe o quanto fico mau humorada com isso. Então, fui o caminho todo internamente xingando o mundo. Calma! A viagem não é tão curta assim, porque eu pego DOIS ônibus até chegar em casa. E foi nesse segundo, que me irritei mais ainda. Sento perto da janela, vou ouvindo música, tentando relaxar (pensamentos obscenos me aporriando a memória)... e vou... Até sentar uma anta perto de mim, ok, mais uma Maria ninguém ao meu lado. Não me importo com a presença dela, mesmo ela me olhando meio de lado durando todo caminho. Está chegando minha parada, preciso descer. Ótimo se ela tomasse um chá de semancol e levantasse pra eu poder sair da cadeira em paz. Masssssss... Não foi isso que aconteceu! Aí vou tentando levantar, minha mochila não me ajuda (é quase um monstro que carrego nas costas), faço todo um “bailado” para sair e quando finalmente consigo, aiiiiiiiiiiiii meu joelho caralhooooooo! O joelho fez um movimento que eu não posso nem sonhar em fazer, quase perco as forças e caiu, tudo por culpa daquela filha da mãe que não se movimentou para sair da minha frente. Desço do ônibus manquejando, chamando tudo que é palavrão (ggggrrrr), e vou me arrastando até chegar em casa. Chego em casa, cadê meu tensor? Diabos! Cadê o meu tensor??? Esquece! Se perdeu em meio a bagunça que deixei meu quarto ficar. Gelo, um pouco de gelo resolve. Até que resolveu, graças! Ir ao médico? Hoje de manhã logo cedo eu tentei marcar a consulta, aproveitando que ia marcar para minha mãe ia marcar para mim também, mas só na sexta-feira. Paciência!

*Angélica, obrigada por ter fudido com o meu joelho, nunca mais esqueço de você. ¬¬

Saiu de casa para ir até a faculdade, tinha uma entrevista marcada hoje à noite, mas os planos foram abortados de última hora, graças ao queridinho do meu amigo (fuck). E isso me rendeu mais e mais estresse. Nosso deadline é no domingo (30) e ele parece não está nem aí pro tempo.

*morrendo de dor de cabeça

Já tomei remédio, queria ir deitar, mas... Querer nem sempre é poder, né?

Minhanossasenhoradocusempregadaimeapaciência!

Ouvindo: o barulho do ventilador

domingo, 23 de novembro de 2008

Chateações bestas

Estou precisando de uma bolha, alguém tem alguma pra oferecer? Não é possível qu´eu esteja resfriada outra vez. O que é pior, tinha planejado passar esse final de semana inteiro ocupada com os trabalhos da revista e simplesmente amanheci ontem com uma puta dor de cabeça. ¬¬ Ou seja, planos abortados! Até tentei fazer algumas coisas, mas nada muito produtivo. Pensei comigo mesma que hoje amanheceria melhor após uma longa noite de sono, mas... A garganta inflamou! Deus do céu!!! Uma coisa dessas só poderia está acontecendo comigo mesma, putz!
Bom, ao menos já consegui organizar dois textos que estavam faltando “remendar”. O bom seria fechar essa segunda edição hoje mesmo, mas isso é impossível. =/
Por que diabos a faculdade tinha que colocar mais duas cadeiras junto com o projeto? Como se não bastasse o projeto que dá um trabalho infernal, ainda ter que ficar preocupada com as outras cadeiras não é mole. E o negócio é mais sério ¬¬ Fiz a merda de deixar meus problemas pessoais influenciarem na minha primeira nota e agora estou a um estreito passo de ir pra final, né lindo isso?! ¬¬

*tirei o dia pra reclamar da vida

Estou meio sem saco hoje, logo, foda-se tudo e todos.

Graciosas férias cadê você? Venha logo antes que eu pire de uma vez.
Estou numa oscilação de humor incrível. =S


Ouvindo: o som do meu próprio grito

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Escreverei uma carta




Quero fingir que estou beijando você agora
beijando os lábios que sinto tantas saudades
beijando a boca que me deixou esse gosto

Feche os olhos e sinta meu beijo
me sinta chegar cada vez mais perto de você
desejo que meus sonhos se tornem realidade

Estou com saudades
hoje escreverei uma carta
mandarei notícias minhas
enviarei meu cheiro por entre as linhas

Quero fingir que estou beijando você agora
desejo que meus sonhos se tornem realidade

Hoje escreverei uma carta
nela mandarei todo meu amor, todo meu amor
e eu quero tanto beijar seus lábios agora.


terça-feira, 18 de novembro de 2008

Último beijo


O nosso último beijo
tinha um gosto sofrido
um sabor de partida


E eu me perguntava se você pensaria em mim depois do adeus
e eu desejava que não houvesse despedida
o cheiro dos teus cabelos me levaram de volta pra casa

Para onde você irá?
Será que lembrará de mim?
Eu me lembrarei do sol, da luz que vi brilhar nos olhos teus

Algo se apagou em mim
o último beijo tinha um gosto tão sofrido
eu vi você partindo, eu me vi ficar

Existem coisas que eu não quero esquecer
existem coisas que não quero lembrar
para onde você irá?
será que lembrará de mim?

Ainda estou no mesmo lugar
existem coisas que eu não quero esquecer
quero lembrar de você

Você me sorrindo
você me abraçando
você amando o meu corpo
você acariciando minha dor
bebendo minhas lágrimas

Existem coisas que eu não quero esquecer
quero lembrar de você

Ainda sinto o gosto sofrido do último beijo
sinto a ausência do teu abraço
meu pensamento ainda é triste

Mas...

Existem coisas que eu não quero esquecer
quero lembrar de você.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Conversa íntima



1: Vem cá, me conta essa história direito...

2: Como assim?

1: Não se faça de boba, você entendeu

2: Eu entendi? Não, não faça assim.

1: Espera lá, eu não estou fazendo nada, não inverta a situação

2: Situação? Isso pra mim é confusão

1: Como você pode deixar isso acontecer?

2: Eu não deixei, simplesmente aconteceu

1: Você tem culpa!

2: Não, eu não. Ela sim, a culpada foi ela... Aquele jeitinho...

1: Deixa disso! Olha com os olhos e não com o coração, larga de ser tonta meu!

2: Não fale assim comigo! Você não tem esse direito, entendeu?

1: Você esqueceu que você sou eu?

2: Não esqueci. Você que parece não lembrar que aqui mora um coração

1: Coração? Ah sim, claro! Ele que bombeia teu sangue

2: É mais que isso, ele que norteia minha vida

1: Bela vida que você tem ¬¬

2: Me deixa!?

1: Se eu pudesse... Tá apaixonada, né?

2: O que isso te importa?

1: Responde

2: Me deixa!

1: Tenho pena de você

2: E eu de você

1: Pelo menos eu não sofro

2: Ao menos não sou vazia

1: Eu não choro e sofro como você

2: E nem rir e é feliz como eu

1: Sentimentalidade sua

2: Covardia sua

1: Idiota!

2: Infeliz!

1: Me deixa!

2: Claro! Vou te deixar apaixonada como eu.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Segura esse trem!



Os dias estão corridos agora, a faculdade em reta final está consumindo todo meu tempo e fôlego. Esse final de semana pra mim foi à mesma coisa que nada, até acordar cedo eu acordei, e olhe que não foi pra passear, foi pra fazer trabalho mesmo ¬¬
Minha cabeça não anda só ocupada com o projeto (mas deveria, né?). Nessa correria todo eu ainda “fabrico” um tempo pra ficar “viajando” por entre pensamentos e vontades... Quando é mesmo que eu vou tomar jeito?! Às vezes acho que sou um caso perdido.

*com saudades

Hoje estou com o raciocínio mais lento que o de costume, então, nem vamos imaginar o caos que está isso. Mas, deve ser o sono... Apenas duas horas que eu dormir essa noite, tem uma hora que o corpo pedi repouso, né? Dane-se! Eu sou a mulher do 3º milênio e não paro...rs Estou zoando!
Por falar em sono, nem posso me dar ao luxo de dormir a tarde toda. Chegar em casa vou descansar um pouco e depois preciso estudar, mais tarde eu tenho apresentação de um seminário sobre ‘Globalização da Estética’. Odeio apresentações, odeio trabalhos que eu tenho que falar na frente da classe ¬¬ Tô achando que só um acompanhamento com um profissional (psicólogo?!) pra me ajudar a me soltar mais e a não ter tanta vergonha. Só de imaginar já me da um nervoso de agora, bah!

Eu queria falar mais coisas aqui nesse blog, sentimentos íntimos, mas... Nem rola! Pra falar a verdade, é melhor que todos eles fiquem dentro de mim mesmo. Não sou livro, logo, não me leia...rs Como eu estou abusada, hein? =D
“ Sou um diário perdido na areia, esperando que você me leia” (Vander Lee). Isso combina mais comigo =) Mesmo quando eu quero ser a “revoltadinha” eu sempre volto ao ponto inicial da minha essência. Ma che cosa!

*enrolando

Bom, vou indo trabalhar agora, afinal, alguém nessa família precisa trabalhar, né? Hehehe.. Eita! Agora eu lembrei, alguém me disse que eu não precisaria trabalhar, que bastava ficar em casa cuidando para que tudo corresse bem...rs Eu cuidando de casa? Que piada engraçada... =D Porém, vou começar a pensar na oferta com carinho..hahaha..

*“querendo casa”

Agora é sério, vou lavorar!


Ouvindo: A chefe ao telefone tentando falar com a assessoria de imprensa de Brasília. ¬¬ até o fechando desse post, ela não conseguiu encontrar quem procura.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A Lua e a Noite



É puro fascínio quando chega a sua hora... E ela chega como se apressada pela ânsia da noite em lhe ter... Oh lua... As asas de ferro te trouxeram para os braços da noite... É lindo ver como te deleitas e como a noite te quer... Tua cor na delirante cor da noite é loucura... E quando vais, oh lua ela fica sem chão, sem céu, porque fostes feita pra ela e ela pra ti... Hoje estás pela metade e a cor da noite não aparece, pois chove... Mínguas e depois te partes e a noite te espera como se fosse a primeira vez...



* O post de hoje não fui eu que escrevi, esse foi um presente que recebi da minha tia, Alceny Trajano. Alma de poeta é alma de poeta, né? =) Grazie!

sábado, 1 de novembro de 2008

O tempo corria



A felicidade tinha dia e hora marcada

O tempo era o meu pior inimigo

Ele teimava em passar

Eu te amava pela manhã

Te amava ao luar

E o tempo corria, me fazendo lembrar que o que eu tinha recebido

Tinha data e hora pra terminar

Eu experimentava seu gosto

Sentia seu cheiro

Ouvia seu som

E o tempo corria...

Ele teimava em passar com as horas que eu percorria teu corpo

Eu me prendia em você, querendo ficar, querendo ir... Sem querer te deixar

O tempo gemia com a noite

O meu soluço abafado, a saudade antecipada

O teu abraço do qual eu já sentia falta

E o teu sorriso me levava a calma

Paralisava meus sentidos

E o tempo corria...

Uma espécie de inquietação me dominou

Suas mãos me apertavam com firmeza

Você me abraçava, me acolhia em seu peito

Eu me doei, te recebi

Mas o tempo correu

Nossa hora chegou

E o que restou?

S-A-U-D-A-D-E!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Eu me despeço



Eu me despeço de tudo
Da nossa história
Nossa casa
Nossos sonhos


Eu vou embora levando a saudade comigo
Deixo com você o que foi bom
Deixo tudo que restou depois da tempestade
Tudo que foi forte suficiente para não desmoronar com a chuva


Eu me despeço de tudo
Das nossas noites quentes
Nossos risos
Nossas lágrimas


Eu vou embora...
Deixo com você o meu carinho
A minha paixão
O meu beijo mais ardente


Eu me despeço de tudo
Dos nossos corações nos sorrindo
Da cumplicidade
Das nossas confidências noturnas


E me despeço de tudo
Do que eu fui
Do que fomos.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Viva!

“E a vida o que é diga lá meu irmão”, grande Gonzaguinha. A vida é o que a gente quer que ela seja, e eu quero que minha vida seja um carnaval. Alegria, alegria... Depois só a saudades da quarta-feira ingrata que sempre chega. A quarta-feira pra mim começa na segunda, quando eu tenho que parar meu carnaval... Meu bloco sempre sai aos finais de semana, sempre regado de muitos risos, cervejas, vinhos, 51, coca-cola... ÊÊÊ festa! Quer entrar na festa? Pode vim não paga nada. =D

Tudo bem, ainda não chegou sexta-feira, mas eu já comecei, posso? Ah, ok! Obrigada heim? Hehehehehe... Eu bebo com meu dinheiro, então, me deixa. \o/

Viva a vida, viva a mim! Hehehehehehe =D

Opsss...

Estou vendo um duende dentro do meu copo...

Que danadinho!

Bebi tudo e mesmo assim não consegui pega-lo

sábado, 11 de outubro de 2008

Não peça, venha!


Agora você vem me pedindo licença pra entrar

Quando resolveu enterrar nossa história na lama do esquecimento

Não me perguntou, nem questionou se era isso qu´eu queria

Agora vem você me perguntando se pode ficar

E quando decidiu se enroscar em outros braços, nem de mim lembrou

Nem me perguntou se era isso qu´eu queria

Agora você vem me perguntando se ainda é possível me fazer feliz

Nem ao menos hesitou quando deixou minha vida por um triz

Agora você quer agasalho, café quente, cama feita

E nem lembra que me deixou na rua, sem saber o caminho de casa

Agora você vem me pedindo licença pra entrar

Mas nem olhou pra trás quando trancou as portas e jogou as chaves pela janela

Agora você quer reconstruir nosso castelo

E nem lembra a dinamite que ativou quando eu ainda estava dentro

Agora você vem me pedindo licença pra entrar

E nem vê que eu estou aqui, tentando levantar, querendo renascer...


Se quer entrar, entre

Se entrar, me traga felicidade

Se trouxer felicidade, que seja pela eternidade

Se isso for muito pra você, me deixe aqui

Deixe qu´ eu levante sozinha, que renasça com os dias

Mas se quiser mesmo ficar

Não demore, não peça, não pergunte...

Apenas venha com o vento!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Eu, gladiadora de mim


Esse paradoxo de amor e ódio é o que me mata, virei gladiadora de mim.

Na madrugada do meu intimo, eu te desafio para um duelo...

Já nem sei quantas vezes te matei numa noite, já nem lembro quantas vezes morri ao te matar.

E no raiar do dia, como se por uma maldição, você me aparece com esse sorriso, esse contentamento... Eu, gladiadora de mim, te vejo renascer ainda mais forte, imortal como os deuses da Roma Antiga.

Eu que já nem sei se mato ou se morro, choro as lágrimas dos tolos, dos loucos apaixonados. Você, paradoxo de mim, do principio ao fim.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

O nada

Nada poderia afetar o que construímos
Nada deveria ser nada.
O nada faz em enchente em mim
Molhando meu corpo, minh´alma
Me inundando de sentimentos bons, ruins, sentimentos de nada
O nada é quase um nada
O nada sou eu correndo atrás do trem
Te esperando e você não vem
O nada deveria ser nada
Ou quase nada.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Ontem eu tive um encontro



Ontem eu tive um encontro
Um encontro como há muito tempo eu não me permitia ter
Conversamos, nos olhamos profundamente por um bom tempo
Chorei minhas mágoas, minhas angustias
Ontem eu tive um encontro
Contei-lhe meus segredos, meus medos
Silenciei, gritei, me soltei
Percorri becos, encontrei saídas não utilizadas antes
Ontem eu me encontrei comigo
Me olhei, me beijei, me amei
Me resgatei de uma escuridão clara demais aos meus olhos
Ontem eu tive um encontro
Ontem eu pude conversar comigo.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Eu vejo


Eu vejo você ir...
Passo a passo, cada vez mais distante
O hoje e o amanhã é a ponte que nos separa
Eu me vejo aqui sentada, largada, congelada!
E eu vejo você ir...
Vai sem mim, sem nós.
Me faço cega, muda, surda...
Não quero que meus sentidos percebam sua ausência
E eu vejo você ir...
Vai sem mim, sem nós.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Balaio baliado

O balaio ficou baliado...rs Estou meio sem tempo de vim postar aqui, correria com o projeto experimental, estágio e ainda por cima, tenho vida pessoal. Hahahaha.. No meio disso tudo a gente acaba esquecendo que sempre precisamos de um tempo pra respirar, fazer o que realmente está afim de fazer, sem ter que cumprir com as obrigações. Foi isso que fiz no domingo, tirei o dia pra fazer o que eu estava com vontade, mesmo sabendo que tinha "N´s" textos pra produzir, resolvi me dá uma folga, respirar...
Não fiz nada de extraordinário, afinal, o que eu queria mesmo era relaxar. Depois de passar quase a semana toda participando de um encontro sobre estudos do Judô, fiquei cansada!
"Relaxei" tanto que fiquei com o pescoço doendo de tanto jogar Metal Slug no computador..hahahaha... Alow! Eu também sou gente e gosto de games =D
Essa vida de adulto é cansativa, porém, eu que a domino e não o contrário.

Espero não demorar tanto até o próximo post, afinal, postar aqui é uma das minhas diversões.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Eu quero

Eu quero você em mim

Como estou em você

Quero teu ser vibrante, me fazendo estremecer

Quero gritar, sair, correr...

E estacionar nos teus braços

Paralisar nos teus beijos

Dormir nos teus ombros

Quero sentir essa energia que faz viver

Esse sentimento que me leva a crer

Que tudo vale a pena

Eu quero você em mim

Como estou em você.

sábado, 6 de setembro de 2008

Projeto Experimental

Meu projeto de conclusão de curso é fazer uma revista impressa sobre judô. Até o período passado eu estava sozinha nessa, mas agora um amigo comprou a idéia e estamos juntos.
Quem lê esse blog sabe do meu envolvimento pessoal com o judô. Espero que esse projeto dê certo, estou contando com o apoio da minha orientadora Silvana Marpoara. A pedido dela, criei um blog que vai refletir um pouco do que vai conter na revista. Claro que no impresso vai ter coisas mais bem trabalhadas, um projeto gráfico apropriedade e caprichado (Elton que o diga...rs), afinal, esse projeto é nossa "carta de auforria" da faculdade.

Bom, pra quem se interessar em dá uma olhadinha: Revista Ippon

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Medo



"O medo é um sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente".



Eu não queria sentir esse medo que limita
Que me impede de alçar novos vôos
Medo que congela, me impedindo de seguir
Medo do futuro, assombração do presente
Medo que me faz reticente
Inquieta, impaciente....

domingo, 31 de agosto de 2008

Fazendo uma prece

"O silêncio é uma prece"

Psiu...
Silêncio!
Por favor, não façam barulho, eu estou fazendo uma prece.
Minha prece é pra que as coisas me pareçam mais claras, que meu coração não fique tão aflito, que as minhas ações sejam feitas com mais razão e menos emoção.

Silêncio!

De coração aberto faço minha prece...
Preciso encontrar as respostas
Não quero me perder dentro de mim
De olhos fechados eu faço uma prece.

Silêncio!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Saudade

Saudade a gente sente de quem está longe e até de quem está perto

Saudade faz o coração parecer menor, dá uma angústia, uma inquietação

Saudade tem nome, endereço e razão

Saudade de um momento, de uma lembrança, de um amigo

Saudade do que poderia ser e não foi

Saudade do que foi e não é mais

Saudade quem o vento traz

Saudade que vem e vai... Saudade!

domingo, 24 de agosto de 2008

Palavras

Palavras sintetizam sentimentos

Palavras gravadas na memória

Palavras que escorrem como água

Palavras de amor, ódio, razão

Palavras... Que saem do coração.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Joelho,joelhinho, joelhão

Ai ai... Estou aqui tentando me recupar de uma pequena torção no joelho. O incidente aconteceu segunda-feira da semana passada e mesmo tomando medicamentos, ainda sinto dores.
O treino no Judô estava caminhando bem, até a minha colega tentar entrar um golpe (ko soto gake) para me derrubar. Para evitar a queda, eu forcei demais e o jeolho não aguentou. E eu já cai morrendo de dor.
O pior disso tudo foi que fiquei de fora da competição que aconteceu domingo, perdi a cerimônia da entrega de faixa. Ah sim! Eu agora sou faixa amarela...rs
Esse joelho machucado me deixou de fora de um monte de coisa, estou tentando fazer ele "funcionar novamente", mas eu sei, a recuperação é demorada. Só existe um problema nisso tudo, eu não sou paciente. Sofro de ansiedade. Quando eu quero algo, tem que ser LOGO.

Bom, agora eu tenho que ir trabalhar.

FUI!

domingo, 17 de agosto de 2008

Hoje não

Hoje eu não vou dizer que te amo

Nem direi coisas banais

Por mais que eu tente mudar

As coisas sempre são iguais

Hoje eu não preciso do seu falso abraço

Que em nada me acalma

Hoje eu não preciso das suas palavras, falsas!

Hoje não me entrego nesse jeito sacana que você tem

Me possui, seduz e ama como ninguém

Mas hoje eu não quero ceder a caprichos seus

Hoje eu quero ficar só com o que é meu.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Destruição



O sol queimou meus sonhos e minha pele
O dia se tornou um castigo eterno
A noite ficou sem brilho
A água que bebo me envenena aos poucos
O ar que respiro destrói meu pulmão
Os lugares onde ando furam meus pés
Meus pensamentos destroem minha memória
Meu olhar é cego mesmo vendo tudo
A minha alma vagueia por outro lugar
As vozes da escuridão me perseguem
Não me deixam dormir um instante
Meus sonhos se transformaram em pesadelos constantes
Minha vida foi destruída, não sei quando, nem onde.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Primeira medalha do Judô feminino em Olímpiadas


Ketleyn Quadros, após vencer a australiana Maria Pekli, na categoria até 57kg, conseguiu um medalha inédita para o judô feminino em Olímpiadas. A medalha de bronze vem com um gostinho de ouro para o Brasil.

A judoca de apenas 20 anos entra para história do judô feminino brasileiro.


Parabéns Ketleyn!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Abertura dos jogos olímpicos de Pequim







A abertura dos jogos olímpicos de Pequim foi simplesmente, ESPETACULAR! Na abertura os chineses mostraram toda uma harmonia, base fundamental da cultura oriental.

Ao longo da minha vida já assisti algumas aberturas olímpicas, mas como essa que foi apresentada ao mundo hoje, vai ser difícil. A China está de parabéns!

Sorte as delegações de 204 paises que estão participando dos jogos.








quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Coisas tão pequenas


São coisas tão pequenas...
Enchendo meus olhos de lágrimas
São coisas tão pequenas...
Sangrando em minh´alma

São coisas tão pequenas...

Tornando-se grandes diante de nós.

domingo, 3 de agosto de 2008

Um jornalista



Eu sempre acho engraçado esses pequenos textos relacionados a profissão, até que chegou ao meu e-mail o do jornalista. Eu já tinha visto um outro, mas esse que vou publicar foi a primeira vez. Hahahahaha... Viva a criatividade humana!

JORNALISTA não fala – informa;
JORNALISTA não vai à festas – faz cobertura;
JORNALISTA não acha – tem opinião;
JORNALISTA não fofoca – transmite informações;
JORNALISTA não pára – pausa;
JORNALISTA não mente – equivoca-se;
JORNALISTA não chora – se emociona;
JORNALISTA não some – trabalha em off;
JORNALISTA não lê – busca informação;
JORNALISTA não traz novidade – dá furo de reportagem;
JORNALISTA não tem problema – tem situação;
JORNALISTA não tem amigos – tem muitos contatos;
JORNALISTA não briga – debate;
JORNALISTA não usa carro – mas sim veículo;
JORNALISTA não passeia – viaja a trabalho;
JORNALISTA não para pra tomar café - dá uma pausa pra atender o celular
JORNALISTA não conversa – entrevista;
JORNALISTA não faz lanche – almoça em horário incomum;
JORNALISTA não é chato – é crítico;
JORNALISTA não tem olheiras – tem marcas de guerra;
JORNALISTA não se confunde – perde a pauta;
JORNALISTA não esquece de assinar – é anônimo;
JORNALISTA não se acha – ele já é reconhecido;
JORNALISTA não influencia – forma opinião;
JORNALISTA não conta história – reconstrói;
JORNALISTA não omite fatos - edita-os
JORNALISTA não pensa em trabalho - vive o trabalho;
JORNALISTA não é esquecido - é eternizado pela crítica;
JORNALISTA não morre. Coloca um ponto final.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Cirurgia de lipoaspiração?

Transcrevo abaixo um texto escrito pelo canto e compositor Herbert Viana. O texto veio parar na minha caixa de e-mail hoje. Embora, ela tenha sido escrito em 2004, após o internamento do cantor da banda LS Jack, que teve uma parada cardíaca após fazer uma lipo.
É um assunto de total relevância, já que a nossa sociedade vive numa busca desenfreada pela estética. É muita gente morrendo pelo tão cobiçado - padrão de beleza.

Vale a pena ler e refletir...
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Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração? Uma coisa é saúde outra é obsessão. O mundo pirou, enlouqueceu.
Hoje, Deus é a auto-imagem. Religião é dieta. Fé, só na estética. Ritual é malhação. Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo, sentimento é bobagem. Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção. Roubar pode, envelhecer, não. Estria é caso de polícia. Celulite é falta de educação. Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem? A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem. Imagem, estética, medidas, beleza. Nada mais importa. Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa. Não importa o outro, o a volta, o coletivo. Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição política. Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.
Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar correr, viver muito, ter uma aparência legal mas... uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural. Não é, não pode ser.
Deus permita que ele volte do coma sem seqüelas. Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude. Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.

Herbert Viana

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Vai começar tudo outra vez

Hoje é o último dia do mês de julho, isso significa dizer que logo voltarei com as aulas na faculdade. Tava tão bom pra ser verdade =/

Bom, pelo menos, depois desse período...fim! Demorou mais chegou, depois de quatro anos na faculdade, já estou arrancando os cabelos pra sair.. Como nada nessa vida é pra sempre, a graduação também não seria..rs

Minhas “preocupações” agora são outras. Hora de ter um emprego, cair no do mercado de trabalho, isso sim é assustador.

A graduação foi apenas um passo, não quero parar de estudar, disso eu tenho certeza. Não sei se uma pós, uma nova graduação, não sei. Com relação a isso ainda tenho algum tempo para pensar com calma.

O meu foco nesse momento deve se concentrar no meu projeto experimental (ou monografia em alguns cursos). Irei criar uma revista imprensa, tenho a plena consciência que isso vai me dá um trabalho fora do normal, afinal, eu irei fazer o projeto sozinha. Mas, como diz o velho ditado: “ Antes só que mal acompanhado”. Vou contar apenas com ajuda da minha orientadora.

Estou sem vontade de escrever hoje, nem sei por que abri o blog...rs

FUI!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Atletas pernambucanos


Parabéns e sorte aos atletas pernambucanos que estão indo disputar as olimpíadas de Pequim.
Imagem: Jc online

domingo, 27 de julho de 2008

Apenas palavras

São apenas palavras agora, palavras que não te alcançam, que não te emocionam, que não te acendem... Agora, são apenas palavas.

E o que sou? Já nem sei, porque sem você fiquei sem chão, sem ar, sem paz, sem lar, sem ter para onde e quem voltar.

Para onde irei, se minha casa é você...

Por onde andarei, se era teus passos que eu seguia...

Como respirar, se meu oxigênio era extraído dos teus lábios...

Me diz, onde encontrar aquela paz que eu sentia.

Hoje sou pedra rolada, a mercê do destino. A cada segundo que passa, vou definhando em minha própria angustia. Você seria a única pessoa capaz de me resgatar desse buraco negro em que me encontro, mas... Onde estás?

Devolve-me os dias

A paz

O conforto

A sorte

(...)

Volta!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Soneto



Gênio das trevas lúgubres, acolhe-me,
Leva-me o esp’rito dessa luz que mata,
E a alma me ofusca e o peito me maltrata,
E o viver calmo e sossegado tolhe-me!

Leva-me, obumbra-me em teu seio, acolhe-me
N’asa da Morte redentora, e à ingrata
Luz deste mundo em breve me arrebata
E num pallium de tênebras recolhe-me!

Aqui há muita luz e muita aurora,
Há perfumes d’amor - venenos d’alma -
E eu busco a plaga onde o repouso mora,

E as trevas moram, e, onde d’água raso
O olhar não trago, nem me turba a calma
A aurora deste amor que é o meu ocaso!


Augusto dos Anjos



***Grande poeta! Simplesmente maravilhoso, que enche minh´alma com suas poéticas lúgubres.




quarta-feira, 23 de julho de 2008

Amazônia legal?!


A chamada Amazônia Legal é composta dos seguintes estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, além de parte dos estados de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.

Recebendo um nome tão “legal”, infelizmente a querida Amazônia não vai nada bem. Com uma área total de mais de 6,5 milhões de km², fazendo parte do território de nove países: Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. Porém, cerca de 85% da região fica em território brasileiro, onde ocupa mais de 5 milhões de km², aproximadamente 61% da área do país.

É muito grande! Para se ter uma idéia, só a Amazônia é sete vezes maior que a França. A ilha de Marajó, que fica na embocadura do rio, é maior que alguns países como a Suíça, a Holanda ou a Bélgica.

Os devastadores estão invadindo a nossa Amazônia – ela é de cada um de nós, que nascemos e vivemos em solo tupiniquim - destruindo árvores colossais e centenárias na busca desenfreada pelo dinheiro. É preciso dá um basta nisso tudo, antes que seja tarde demais.

É preciso que toda a população se mobilize para o que acontece na Amazônia, ela é nosso patrimônio histórico-cultural. A “velha” e legal Amazônia chora pelas suas milhares de árvores cortadas e ateadas ao fogo. É num brado retumbante que ela pede socorro!

Encerro esse texto com uma frase do saudoso Gilberto Freire: "sendo a Amazônia uma região brasileira de interesse nacional, é preciso que seja, cada vez mais, preocupação brasileira. Objeto-sujeito de estudos, de pesquisas, de meditações de brasileiros".

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Apenas 11 anos e já é um assassino

Por causa de um desentendimento com a avó materna, um garoto de 11 anos matou o tio de 37 com uma facada, ontem pela manhã, no bairro de Passarinho, Zona Norte do Recife. Após atingir o tio no peito, o menino fugiu. Estava desaparecido até o fim da tarde de ontem. A delegada Genezil Coelho, da Força-Tarefa de Homicídios, esteve no local e registrou a ocorrência. Como o crime envolve uma criança, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o caso deve ser acompanhado pelo Conselho Tutelar.


Fonte: JC online

Uma barbaridade, onde vamos chegar com tanta violência??
E dizem que as crianças são o futuro da nação.

Estamos no limete!

domingo, 20 de julho de 2008

O que parecia impossível aconteceu


Faleceu aos 101 anos de idade, Dolores Costa Gonçalves, mais conhecida como Dercy Gonçalves.

Como ela mesmo diria: Puta que pariu!

sábado, 19 de julho de 2008

Violência contra mulher - um ato de covardia


Gritos, choros, muito barulho, copos sendo jogados ao chão... Violência! Uma mulher está sendo violentada, uma mulher está jogada em cima de uma cama chorando a sua dor, dor de mãe, dor de fêmea. Ela foi torturada física e psicologicamente.

Violência contra a mulher. Esse assunto já ganhou o mundo, essa dor já marcou e marca muitas vidas. O principal agressor na maioria dos casos são os próprios companheiros, as vítimas incontestáveis são os filhos. Que em meio a tantas brigas, o único sentimento que lhes sobram é –Impotência – falo isso com propriedade porque já senti na pele essa angustia. Eu posso dizer, pelo menos por mim, que o único desejo que dá na hora é de ser “grande” e poder fazer alguma coisa. Os vizinhos escutam, eles sempre escutam os gritos desesperados. Mas, seguindo o ditado: “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher”, dificilmente aparece alguém para ajudar.

A Lei Maria da Penha, sancionada em sete de agosto de 2006 pelo então presidente Luis Inácio Lula da Silva; veio promover rigor nas punições contra os agressores. Eles merecem todas as punições que lei brasileira permitir. Homens ou animais? Seria uma ofensa para o reino animal. Covardes, é exatamente isso o que eles são.

Antes da Lei Maria da Penha muitos deles ficavam sem as devidas punições, mas esse quadro foi revertido. O que antes ficava apenas em “advertência” hoje leva o sujeito para prisão.

Alguns homens sentem-se injustiçados com a lei, porque se uma mulher o agredir as punições não serão as mesmas, mas não vamos esquecer que a força de uma mulher não pode ser comparada nem de perto com a força de um homem. Por mim, homem que agride mulher merece ficar atrás das grades, sem perdão! E por falar em perdão, um dos pontos positivos da Lei é que as mulheres que prestam queixa na delegacia não podem mais retirar, o que facilita bastante o trabalho da justiça no combate contra a violência.

Eu digo não a violência. Eu digo basta aos agressores. Eu digo sim as punições.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Á procura



Estou à procura do sorriso que um dia vi nos olhos teus
Estou à procura do beijo que numa tarde de sol você me deu
Estou à procura do calor, do sabor, do cheiro...

Estou à procura de mim mesma
Que me perdi ao te encontrar
E agora, como ousa você não estar?

Estou a procura dos meus sonhos, nossos sonhos
Estou à procura do teu colo amigo
Estou à procura de quem me deu abrigo
E agora como ousa você não estar?

Estou à procura de você
Que um dia me fez amar...
Me diz, como ousa agora não estar?

terça-feira, 15 de julho de 2008

Você me pede


Você me pede um beijo e eu te dou meu gosto…

Você me pede um riso e eu te dou minha alegria…

Você me pede um carinho e eu te dou minhas mãos…

Você me pede um abraço e te entrego o meu corpo…

Você me pede um dia e eu te dou minha vida…

Você me pede uma prova e eu lhe dou o meu AMOR.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Saindo de mim



Passa como um raio cortando tudo em mim
Queimando você, te jogando pra fora
Te jogando pra longe, longe de mim
Choro o seu nome
Clamo o seu corpo
E você me corta, me corta inteira
Vou acumulando feridas
Enxugando meu sangue
Sangue que derramo por você
Sangue que choro por você.
E você vai me cortando
Se arrancando de mim
Eu caio, mas me levanto
Vejo você desaparecendo na escuridão
Na escuridão do meu peito, da minh´alma
E você vai... saindo de mim.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Olha nos meus olhos


Olha nos meus olhos e diz

Diz que não me amou

Que não gostou

E que tudo que vivemos pra você nada significou

Olha nos meus olhos

Diga-me suas verdades insanas

Jogue-me toda sua covardia, seus medos

Menino, se desprenda de tudo

Não fique tão aflito

Olhe nos meus olhos

E diga que não foi comigo

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** Esse saiu depois de uma conversa com minha amiga. E Ele sempre fugindo dela...

terça-feira, 8 de julho de 2008

Flores para Cecília



Hoje eu estava lembrando de um livro que li na minha infância. Acho que tinha uns 7 anos mais ou menos. Encontrei ele na biblioteca da escola, a principio, escolhi ele pela capa. Achei interessante e fiquei com vontade de ler.
O livro conta a história de Dionísio, um marginal que invade a casa da pequena Cecília, filha de uma família rica e tradicional para roubar. Quando ele entrou lá pela primeira vez (foram muitas), Cecília ainda era muito pequena, eu não sei ao certo, mas acho que no final eles se apaixonam. Realmente faz muito tempo que eu li esse livro, minha memória não é tão boa assim. Mas já que eu lembrei desse livro, acho que preciso ler outra vez. Vou procurar e assim que tiver um tempinho, vou ler.
Apesar de não lembrar muito bem, recomendo.