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segunda-feira, 30 de junho de 2008

O Jovem Thier

Sentimento de culpa


Ainda estava escuro quando John Thier despertou do seu pesadelo. Cabelos desgrenhados, suor escorrendo pela face, coração palpitante, dificuldade para respirar, essa era a imagem do jovem John, de 21 anos completados há duas semanas atrás.

John, acendeu a luz do abajur, levantou, e foi até um espelho que ficava pendurado ao lado esquerdo da cama. Ficou parado olhando o seu reflexo frente ao espelho, procurava encontrar ali algum vestígio do pesadelo que o tinha acordado minutos atrás. Passou as mãos nos finos cabelos, tentando coloca-los no lugar, e se perguntou: “O que está acontecendo comigo? Por que esses pesadelos me perseguem?”. Sem resposta e angustiado, John resolveu ir até a cozinha beber um pouco de leite. Com o copo de leite nas mãos, desceu até o primeiro andar, onde ficava o quarto de sua prima-irmã, a jovem Galina Thier, de 16 anos. Galina foi morar na mansão dos Thier, quando tinha cinco anos, seus pais, Eva Thier e Roger Lages, sofreram um acidente de carro quando voltavam de umas férias. John nutria uma secreta paixão por sua prima, o jovem sabia que esse amor era impossível, ela ainda era uma menina e além de tudo, eram primos criados juntos desde pequenos, seus pais não iriam aceitar. Lisa e Manfred Thier, eram casados há 35 anos e há 15 anos, moravam em Bari, capital de Puglia no sul da Itália. Os Thier moravam em Moscow, mas tiveram que mudar para Bari, quando Manfred, um grande empresário no ramo do transporte, fechou contrato com uma grande empresa Italiana.

Deixando o copo de leite sobre o móvel da ante-sala, John caminhou na ponta dos pés até o quarto onde dormia a jovem Galina. Abriu a porta devagar para não acordar sua prima. Por alguns minutos ficou admirando o jeito que Galina se debruçava sobre a cama. John queria abraçá-la, beija-la, tê-la nem que fosse por alguns minutos. De repente sentiu o calor preencher o seu corpo, e pensava: “ Galina meu amor, eu preciso ter você. Já não consigo controlar todo amor que sinto dentro de mim. Você é tão linda, tão menina ainda, mas eu sei que em você se esconde uma mulher, uma mulher que eu quero para mim, uma mulher que me tira o fôlego, uma mulher que me deixa louco com um simples olhar.” Nas suas mãos escorria o liquido quente e vivo, o gozo ainda fazia pulsar o seu pênis e seu coração. Arrependido, John fechou rapidamente a porta e subiu para o seu quarto, deitou na cama, e relembrou a cena da sua masturbação, lembrava o quão linda estava Galina em seu sono, o quão perfeita eram suas curvas. A cada masturbação, um desejo aliviado. A cada gozo, uma culpa a mais. A cada dia, ainda mais amor por Galina.

domingo, 29 de junho de 2008

Saudades da minha infância


Sinto saudades dos desenhos da minha infância. Saudades da inocência que havia naquelas manhãs e tardes em frente à TV ( sejamos sinceros, não faz tanto tempo assim). De vez enquando, tenho um tempinho sobrando, paro para assistir televisão e percebo que já não se fazem desenhos como antigamente. Eu sei que a geração mudou, a mentalidade é outra, as crianças são outras. Sei de tudo isso, mas mesmo assim, sinto saudades.

Quando eu tinha mais ou menos uns 8 anos de idade, a gente usava vestidos, sapatinhos fechados, percatinhas da moda. Hoje? Hoje o que eu vejo são “miniaturas de adultos”. Salto alto, maquiagem reforçada e tudo que um adulto tem direito de usar e vestir. Fico assustada, confesso, sou meio careta.

Voltando a falar nos desenhos (é o real motivo da existência desse post), essa semana eu me lembrei de Jiraya – o incrível ninja. Desenho que marcou significativamente minha infância. E para relembrar os bons e velhos tempos, estou baixando 50 episódios. Parece bobo, mas fazer o quê?! Sou boba mesmo.

Por esses dias rolei de rir assistindo A Família Dinossauro. Fazendo uma limpeza no computador encontrei alguns episódios perdidos. Voltei no tempo, desejei minha infância de volta.

Affe! Vou interromper esse post. Estou parecendo uma velha no auge dos meus 21 anos.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Primeiras palavras...

Como tudo na vida precisa de mudança, eu também necessito mudar de ares de vez enquando. Toda vez que isso acontece, eu, como quase toda mulher, corto os cabelos, pinto, compro roupas novas e mudo de blog...rs Claro que não é sempre que mudo de blog, porque aí eu já teria milhares.
Pretendo reunir no Balaio de Noca meus textos, minhas observações sobre assuntos diversos. Enfim, o Balaio, como o próprio nome já sugere, trará uma mistura de textos.


Até o próximo post!