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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Eu, gladiadora de mim


Esse paradoxo de amor e ódio é o que me mata, virei gladiadora de mim.

Na madrugada do meu intimo, eu te desafio para um duelo...

Já nem sei quantas vezes te matei numa noite, já nem lembro quantas vezes morri ao te matar.

E no raiar do dia, como se por uma maldição, você me aparece com esse sorriso, esse contentamento... Eu, gladiadora de mim, te vejo renascer ainda mais forte, imortal como os deuses da Roma Antiga.

Eu que já nem sei se mato ou se morro, choro as lágrimas dos tolos, dos loucos apaixonados. Você, paradoxo de mim, do principio ao fim.

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