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terça-feira, 7 de outubro de 2008

O nada

Nada poderia afetar o que construímos
Nada deveria ser nada.
O nada faz em enchente em mim
Molhando meu corpo, minh´alma
Me inundando de sentimentos bons, ruins, sentimentos de nada
O nada é quase um nada
O nada sou eu correndo atrás do trem
Te esperando e você não vem
O nada deveria ser nada
Ou quase nada.

Um comentário:

Julian Randall disse...

"O Nada sou eu correndo atrás do trem" - Que imagem intensa! Pensar em um nada que transborda, um nada que é a própria incapacidade ou a ausência de algúem. O nada que pode ser tudo.

Adorei o poema! Parabéns pelo blog!