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domingo, 30 de novembro de 2008

Chateações - Parte III

Que esse domingo não termine tão ruim quanto começou...
Ontem, antes de deitar para dormir estava com a cabeça tão acelerada de preocupações que resolvi ler um pouco, talvez me ajudasse a relaxar um pouco. A idéia era reler alguma coisa do Neruda (grande!!), mas quando cheguei juntos aos livros lembrei que ainda não tinha lido nada do Monte Cinco (Paulo Coelho), o coitado já estava todo empoeirado pelo tempo, a espera de que um dia eu pudesse ao menos pega-lo. Todos merecem uma oportunidade, né? Deitei na cama, puxei o velho e companheiro óculos de leitura e comecei a viajar por entre as linhas. Não demorou muito, foram apenas 50 páginas, afinal, eu estava com preocupações demais para continuar. Fiquei pensando na morte da bezerra por não sei quanto tempo, até que finalmente adormeci.
E agora fico me perguntando: Dormi mesmo ou passei a noite lutando com os travesseiros? Putz!!! Acordei com a coluna ferrada, quanta dor, tudo tão tenso (saco). Por sorte, eu sempre ando com Salompas na bolsa, e agora estou aqui, com as costas cheias daqueles trecos colados (que ajudam bastante).

*precisando daquela massagem

Já estou tomando antiinflamatório há uns quatro dias e até agora nada, pqp! Esse pressão que eu sinto na cabeça que não me deixa em paz é muito foda. Tem horas que falta paciência, mas... Eu não tenho muita escolha, então... =S Se eu tivesse bebendo já estaria melhor (hehehehehe), quando eu resolvo fazer as coisas certinhas nunca dão certo, que coisa! =D

*pensando no que escrever pro editorial

Tenho reclamado tanto esses dias que até eu me canso...rs Eu sou reclamona mesmo, e daí? Dane-se!

Agora vou indo, tenho que escrever mesmo esse editorial URGENTE.

* ai minha coluna! =/


Ouvindo: A música que minha mãe está ouvindo na sala ¬¬ (Roberta Miranda)

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Escuta... Parte - II

O que seriam dos meus versos se não fosse esse amor que carrego por ti?Se é dele que se transforma em palavras entre as linhas da minha pena. Palavras para te alcançar onde estiveres - onde estás?Tu nasces em mim me enebriando os pensamentos, aumentando ainda mais minha loucura - essa loucura de amar como te amo. Sem amarras, sem barreiras, sem limites...Queria dizer-te os mais lindos versos, mais nada se equipara a beleza do teu ser envolvente, penetrante, que me invande sem ao menos pedir licença.Um dia seremos apenas nós, só nós... Longe de toda essa gente que tenta nos aprisionar, que tenta castigar esse amor que sentimos.Te quero de alma lavada, de peito aberto... vem!Sorria para mim meu amor, sorria que teu riso me liberta, me leva para mais perto de ti.

És e serás sempre - meu amor.

Escuta... Parte - I

Que olhos tenho eu?
Depois qu´esse meu louco coração passou a querer ver-te mais de perto...
Saudade é o que minha boca cala no cair da noite, no clarear do dia.
E se escondes de mim assim? Bela menina... Alimenta-me com teu brilho, com a tua proteção divina.
Os meus versos são tão tristes quando não estas, minh´alma se contrai ao pensar em ti, ao sonhar com teus lindos olhos.
Não fujas de mim luz dos meus dias, não me negue o seu contentamento, a sua paz.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Entranhas profanas


Estou condenada, aprisionada em você
Você envenena minh`alma com esse sorriso
Vai me cortando pedaço por pedaço
Quanta sombra em meu olhar
Quão frio se tornou esse lugar..

Já não consigo pensar sobre você
Tem me refletido a dor - o amor
Que rasga minh´alma e me joga fora
Como um lixo perdido - solto e escondido
Jogado dentro de todas suas fúteis lembranças....

Não existem razões, motivos...
São apenas torturas desse teu ser sujo – que amo
Essa linha já não é mais reta, perdi minha meta
Me acerta!
Já que sou teu alvo, teu escravo...

E me mato numa fantasia que me consome
Me toma, me bebi e se envaidece de existir
Que me joga e me consume - nua
Perdida nas imagens de ti - miragens de mim
Que não te doem, nem comove

És mesmo carne? Ou até isso são alucinações?
Vibrações da minha mente insana
Que febril ardor, nesse torpor de pensamentos – tormentos
Anseio teu intimo mesmo que pra isso tenha que matar o meu
Nasço do teu ventre, das sensações mais estranhas

Do teu gozo alheio, da tua boca louca
Cresço em tuas entranhas e me mato no teu veneno
Tento cortar a carne e te possuir - ter
Mas não faço nada - nada além de morrer
Morrer por não te ter - viver e te perder.

Por: Tatiane Trajano & Elton Carlos Assis

*E tem dias que a gente tira até pra fazer parceria nas poéticas,né? Relembrando os velhos tempos em sala de aula... Esse acabou de sair, via MSN.

Solitário

E minh´alma sombria ela não entendia
Me queria ver rindo
Mas não entendia que até o meu riso eram lágrimas
Lágrimas de uma dor incerta, angustiante...
O meu canto suava como ruído aos seus ouvidos
Eram minhas dores sendo extravasadas
E nem isso você entendia, querida
Você me olhava e não me via
Por mais que eu estivesse exposta
Ainda assim você não enxergava
Esse meu ser nefasto, solitário

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Sentença - I


Pensamento do dia:
Pessoas estúpidas merecem tratamentos estúpidos, ou melhor, não merecem absolutamente NADA.
Se um desses “cavalos” cruzar o seu caminho, simplesmente ignore e siga em frente, afinal, quem gosta de lhe dar com animais é o Ibama.

Game over



Você me liga no meio da noite
Sua voz tem um ruido estranho
Eu te pergunto o que aconteceu
Você me nega as respostas
Me pedi para esquecer tudo
Esquecer de você


Você deve está brincando
Mais um jogo de amor
Desses que você adora fazer
Você não pode está falando sério
Tudo parecia tão bem
Eu estava tão bem


Você preferi me ver ao chão
Suplicando por esse falso amor
Eu morreria cem vezes se fosse preciso
Eu cairia todo dia por você


Você deve está brincando
Mais um jogo de amor
Game over para mim
É isso que você me diz


Não vá ainda
Eu posso tentar te fazer feliz
Mesmo que eu caia todos os dias por você
E eu morreria cem vezes se fosse preciso
Esse é mais um jogo seu
Desses que você adora brincar
Game over para mim
É isso que você me diz.

Chateações - Parte II

Estou aqui estressadissima da vida. Final de período não é brincadeira, ainda mais quando é o ultimo dos quatro anos da bendita graduação. Eu tenho que reclamar mesmo, algum problema?! Ah bom, pensei! ¬¬
Existem dias que é bem melhor nem sair de casa, essa segunda-feira foi um desses dias. Primeiro eu tenho que me sujeitar a andar com gente “folgada” perto de mim dentro do ônibus. O povo é meio sem noção, senta no busu como se estivesse em casa, de pernas bem abertas, nem aí pra nada... Me polpe!
Ao menos no trabalho, a manhã foi tranqüila, ganhei até presentinho da chefe...rs Final de expediente, voltando pra casa num calor infernal, vocês não fazem idéia do quanto que Recife está quente (“na barriga da miséria nasci brasileiro” – by Cássia Eller). Nasci em terra quente, mas não suporto calor, quem me conhece sabe o quanto fico mau humorada com isso. Então, fui o caminho todo internamente xingando o mundo. Calma! A viagem não é tão curta assim, porque eu pego DOIS ônibus até chegar em casa. E foi nesse segundo, que me irritei mais ainda. Sento perto da janela, vou ouvindo música, tentando relaxar (pensamentos obscenos me aporriando a memória)... e vou... Até sentar uma anta perto de mim, ok, mais uma Maria ninguém ao meu lado. Não me importo com a presença dela, mesmo ela me olhando meio de lado durando todo caminho. Está chegando minha parada, preciso descer. Ótimo se ela tomasse um chá de semancol e levantasse pra eu poder sair da cadeira em paz. Masssssss... Não foi isso que aconteceu! Aí vou tentando levantar, minha mochila não me ajuda (é quase um monstro que carrego nas costas), faço todo um “bailado” para sair e quando finalmente consigo, aiiiiiiiiiiiii meu joelho caralhooooooo! O joelho fez um movimento que eu não posso nem sonhar em fazer, quase perco as forças e caiu, tudo por culpa daquela filha da mãe que não se movimentou para sair da minha frente. Desço do ônibus manquejando, chamando tudo que é palavrão (ggggrrrr), e vou me arrastando até chegar em casa. Chego em casa, cadê meu tensor? Diabos! Cadê o meu tensor??? Esquece! Se perdeu em meio a bagunça que deixei meu quarto ficar. Gelo, um pouco de gelo resolve. Até que resolveu, graças! Ir ao médico? Hoje de manhã logo cedo eu tentei marcar a consulta, aproveitando que ia marcar para minha mãe ia marcar para mim também, mas só na sexta-feira. Paciência!

*Angélica, obrigada por ter fudido com o meu joelho, nunca mais esqueço de você. ¬¬

Saiu de casa para ir até a faculdade, tinha uma entrevista marcada hoje à noite, mas os planos foram abortados de última hora, graças ao queridinho do meu amigo (fuck). E isso me rendeu mais e mais estresse. Nosso deadline é no domingo (30) e ele parece não está nem aí pro tempo.

*morrendo de dor de cabeça

Já tomei remédio, queria ir deitar, mas... Querer nem sempre é poder, né?

Minhanossasenhoradocusempregadaimeapaciência!

Ouvindo: o barulho do ventilador

domingo, 23 de novembro de 2008

Chateações bestas

Estou precisando de uma bolha, alguém tem alguma pra oferecer? Não é possível qu´eu esteja resfriada outra vez. O que é pior, tinha planejado passar esse final de semana inteiro ocupada com os trabalhos da revista e simplesmente amanheci ontem com uma puta dor de cabeça. ¬¬ Ou seja, planos abortados! Até tentei fazer algumas coisas, mas nada muito produtivo. Pensei comigo mesma que hoje amanheceria melhor após uma longa noite de sono, mas... A garganta inflamou! Deus do céu!!! Uma coisa dessas só poderia está acontecendo comigo mesma, putz!
Bom, ao menos já consegui organizar dois textos que estavam faltando “remendar”. O bom seria fechar essa segunda edição hoje mesmo, mas isso é impossível. =/
Por que diabos a faculdade tinha que colocar mais duas cadeiras junto com o projeto? Como se não bastasse o projeto que dá um trabalho infernal, ainda ter que ficar preocupada com as outras cadeiras não é mole. E o negócio é mais sério ¬¬ Fiz a merda de deixar meus problemas pessoais influenciarem na minha primeira nota e agora estou a um estreito passo de ir pra final, né lindo isso?! ¬¬

*tirei o dia pra reclamar da vida

Estou meio sem saco hoje, logo, foda-se tudo e todos.

Graciosas férias cadê você? Venha logo antes que eu pire de uma vez.
Estou numa oscilação de humor incrível. =S


Ouvindo: o som do meu próprio grito

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Escreverei uma carta




Quero fingir que estou beijando você agora
beijando os lábios que sinto tantas saudades
beijando a boca que me deixou esse gosto

Feche os olhos e sinta meu beijo
me sinta chegar cada vez mais perto de você
desejo que meus sonhos se tornem realidade

Estou com saudades
hoje escreverei uma carta
mandarei notícias minhas
enviarei meu cheiro por entre as linhas

Quero fingir que estou beijando você agora
desejo que meus sonhos se tornem realidade

Hoje escreverei uma carta
nela mandarei todo meu amor, todo meu amor
e eu quero tanto beijar seus lábios agora.


terça-feira, 18 de novembro de 2008

Último beijo


O nosso último beijo
tinha um gosto sofrido
um sabor de partida


E eu me perguntava se você pensaria em mim depois do adeus
e eu desejava que não houvesse despedida
o cheiro dos teus cabelos me levaram de volta pra casa

Para onde você irá?
Será que lembrará de mim?
Eu me lembrarei do sol, da luz que vi brilhar nos olhos teus

Algo se apagou em mim
o último beijo tinha um gosto tão sofrido
eu vi você partindo, eu me vi ficar

Existem coisas que eu não quero esquecer
existem coisas que não quero lembrar
para onde você irá?
será que lembrará de mim?

Ainda estou no mesmo lugar
existem coisas que eu não quero esquecer
quero lembrar de você

Você me sorrindo
você me abraçando
você amando o meu corpo
você acariciando minha dor
bebendo minhas lágrimas

Existem coisas que eu não quero esquecer
quero lembrar de você

Ainda sinto o gosto sofrido do último beijo
sinto a ausência do teu abraço
meu pensamento ainda é triste

Mas...

Existem coisas que eu não quero esquecer
quero lembrar de você.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Conversa íntima



1: Vem cá, me conta essa história direito...

2: Como assim?

1: Não se faça de boba, você entendeu

2: Eu entendi? Não, não faça assim.

1: Espera lá, eu não estou fazendo nada, não inverta a situação

2: Situação? Isso pra mim é confusão

1: Como você pode deixar isso acontecer?

2: Eu não deixei, simplesmente aconteceu

1: Você tem culpa!

2: Não, eu não. Ela sim, a culpada foi ela... Aquele jeitinho...

1: Deixa disso! Olha com os olhos e não com o coração, larga de ser tonta meu!

2: Não fale assim comigo! Você não tem esse direito, entendeu?

1: Você esqueceu que você sou eu?

2: Não esqueci. Você que parece não lembrar que aqui mora um coração

1: Coração? Ah sim, claro! Ele que bombeia teu sangue

2: É mais que isso, ele que norteia minha vida

1: Bela vida que você tem ¬¬

2: Me deixa!?

1: Se eu pudesse... Tá apaixonada, né?

2: O que isso te importa?

1: Responde

2: Me deixa!

1: Tenho pena de você

2: E eu de você

1: Pelo menos eu não sofro

2: Ao menos não sou vazia

1: Eu não choro e sofro como você

2: E nem rir e é feliz como eu

1: Sentimentalidade sua

2: Covardia sua

1: Idiota!

2: Infeliz!

1: Me deixa!

2: Claro! Vou te deixar apaixonada como eu.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Segura esse trem!



Os dias estão corridos agora, a faculdade em reta final está consumindo todo meu tempo e fôlego. Esse final de semana pra mim foi à mesma coisa que nada, até acordar cedo eu acordei, e olhe que não foi pra passear, foi pra fazer trabalho mesmo ¬¬
Minha cabeça não anda só ocupada com o projeto (mas deveria, né?). Nessa correria todo eu ainda “fabrico” um tempo pra ficar “viajando” por entre pensamentos e vontades... Quando é mesmo que eu vou tomar jeito?! Às vezes acho que sou um caso perdido.

*com saudades

Hoje estou com o raciocínio mais lento que o de costume, então, nem vamos imaginar o caos que está isso. Mas, deve ser o sono... Apenas duas horas que eu dormir essa noite, tem uma hora que o corpo pedi repouso, né? Dane-se! Eu sou a mulher do 3º milênio e não paro...rs Estou zoando!
Por falar em sono, nem posso me dar ao luxo de dormir a tarde toda. Chegar em casa vou descansar um pouco e depois preciso estudar, mais tarde eu tenho apresentação de um seminário sobre ‘Globalização da Estética’. Odeio apresentações, odeio trabalhos que eu tenho que falar na frente da classe ¬¬ Tô achando que só um acompanhamento com um profissional (psicólogo?!) pra me ajudar a me soltar mais e a não ter tanta vergonha. Só de imaginar já me da um nervoso de agora, bah!

Eu queria falar mais coisas aqui nesse blog, sentimentos íntimos, mas... Nem rola! Pra falar a verdade, é melhor que todos eles fiquem dentro de mim mesmo. Não sou livro, logo, não me leia...rs Como eu estou abusada, hein? =D
“ Sou um diário perdido na areia, esperando que você me leia” (Vander Lee). Isso combina mais comigo =) Mesmo quando eu quero ser a “revoltadinha” eu sempre volto ao ponto inicial da minha essência. Ma che cosa!

*enrolando

Bom, vou indo trabalhar agora, afinal, alguém nessa família precisa trabalhar, né? Hehehe.. Eita! Agora eu lembrei, alguém me disse que eu não precisaria trabalhar, que bastava ficar em casa cuidando para que tudo corresse bem...rs Eu cuidando de casa? Que piada engraçada... =D Porém, vou começar a pensar na oferta com carinho..hahaha..

*“querendo casa”

Agora é sério, vou lavorar!


Ouvindo: A chefe ao telefone tentando falar com a assessoria de imprensa de Brasília. ¬¬ até o fechando desse post, ela não conseguiu encontrar quem procura.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A Lua e a Noite



É puro fascínio quando chega a sua hora... E ela chega como se apressada pela ânsia da noite em lhe ter... Oh lua... As asas de ferro te trouxeram para os braços da noite... É lindo ver como te deleitas e como a noite te quer... Tua cor na delirante cor da noite é loucura... E quando vais, oh lua ela fica sem chão, sem céu, porque fostes feita pra ela e ela pra ti... Hoje estás pela metade e a cor da noite não aparece, pois chove... Mínguas e depois te partes e a noite te espera como se fosse a primeira vez...



* O post de hoje não fui eu que escrevi, esse foi um presente que recebi da minha tia, Alceny Trajano. Alma de poeta é alma de poeta, né? =) Grazie!

sábado, 1 de novembro de 2008

O tempo corria



A felicidade tinha dia e hora marcada

O tempo era o meu pior inimigo

Ele teimava em passar

Eu te amava pela manhã

Te amava ao luar

E o tempo corria, me fazendo lembrar que o que eu tinha recebido

Tinha data e hora pra terminar

Eu experimentava seu gosto

Sentia seu cheiro

Ouvia seu som

E o tempo corria...

Ele teimava em passar com as horas que eu percorria teu corpo

Eu me prendia em você, querendo ficar, querendo ir... Sem querer te deixar

O tempo gemia com a noite

O meu soluço abafado, a saudade antecipada

O teu abraço do qual eu já sentia falta

E o teu sorriso me levava a calma

Paralisava meus sentidos

E o tempo corria...

Uma espécie de inquietação me dominou

Suas mãos me apertavam com firmeza

Você me abraçava, me acolhia em seu peito

Eu me doei, te recebi

Mas o tempo correu

Nossa hora chegou

E o que restou?

S-A-U-D-A-D-E!