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terça-feira, 25 de novembro de 2008

Chateações - Parte II

Estou aqui estressadissima da vida. Final de período não é brincadeira, ainda mais quando é o ultimo dos quatro anos da bendita graduação. Eu tenho que reclamar mesmo, algum problema?! Ah bom, pensei! ¬¬
Existem dias que é bem melhor nem sair de casa, essa segunda-feira foi um desses dias. Primeiro eu tenho que me sujeitar a andar com gente “folgada” perto de mim dentro do ônibus. O povo é meio sem noção, senta no busu como se estivesse em casa, de pernas bem abertas, nem aí pra nada... Me polpe!
Ao menos no trabalho, a manhã foi tranqüila, ganhei até presentinho da chefe...rs Final de expediente, voltando pra casa num calor infernal, vocês não fazem idéia do quanto que Recife está quente (“na barriga da miséria nasci brasileiro” – by Cássia Eller). Nasci em terra quente, mas não suporto calor, quem me conhece sabe o quanto fico mau humorada com isso. Então, fui o caminho todo internamente xingando o mundo. Calma! A viagem não é tão curta assim, porque eu pego DOIS ônibus até chegar em casa. E foi nesse segundo, que me irritei mais ainda. Sento perto da janela, vou ouvindo música, tentando relaxar (pensamentos obscenos me aporriando a memória)... e vou... Até sentar uma anta perto de mim, ok, mais uma Maria ninguém ao meu lado. Não me importo com a presença dela, mesmo ela me olhando meio de lado durando todo caminho. Está chegando minha parada, preciso descer. Ótimo se ela tomasse um chá de semancol e levantasse pra eu poder sair da cadeira em paz. Masssssss... Não foi isso que aconteceu! Aí vou tentando levantar, minha mochila não me ajuda (é quase um monstro que carrego nas costas), faço todo um “bailado” para sair e quando finalmente consigo, aiiiiiiiiiiiii meu joelho caralhooooooo! O joelho fez um movimento que eu não posso nem sonhar em fazer, quase perco as forças e caiu, tudo por culpa daquela filha da mãe que não se movimentou para sair da minha frente. Desço do ônibus manquejando, chamando tudo que é palavrão (ggggrrrr), e vou me arrastando até chegar em casa. Chego em casa, cadê meu tensor? Diabos! Cadê o meu tensor??? Esquece! Se perdeu em meio a bagunça que deixei meu quarto ficar. Gelo, um pouco de gelo resolve. Até que resolveu, graças! Ir ao médico? Hoje de manhã logo cedo eu tentei marcar a consulta, aproveitando que ia marcar para minha mãe ia marcar para mim também, mas só na sexta-feira. Paciência!

*Angélica, obrigada por ter fudido com o meu joelho, nunca mais esqueço de você. ¬¬

Saiu de casa para ir até a faculdade, tinha uma entrevista marcada hoje à noite, mas os planos foram abortados de última hora, graças ao queridinho do meu amigo (fuck). E isso me rendeu mais e mais estresse. Nosso deadline é no domingo (30) e ele parece não está nem aí pro tempo.

*morrendo de dor de cabeça

Já tomei remédio, queria ir deitar, mas... Querer nem sempre é poder, né?

Minhanossasenhoradocusempregadaimeapaciência!

Ouvindo: o barulho do ventilador

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