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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Entranhas profanas


Estou condenada, aprisionada em você
Você envenena minh`alma com esse sorriso
Vai me cortando pedaço por pedaço
Quanta sombra em meu olhar
Quão frio se tornou esse lugar..

Já não consigo pensar sobre você
Tem me refletido a dor - o amor
Que rasga minh´alma e me joga fora
Como um lixo perdido - solto e escondido
Jogado dentro de todas suas fúteis lembranças....

Não existem razões, motivos...
São apenas torturas desse teu ser sujo – que amo
Essa linha já não é mais reta, perdi minha meta
Me acerta!
Já que sou teu alvo, teu escravo...

E me mato numa fantasia que me consome
Me toma, me bebi e se envaidece de existir
Que me joga e me consume - nua
Perdida nas imagens de ti - miragens de mim
Que não te doem, nem comove

És mesmo carne? Ou até isso são alucinações?
Vibrações da minha mente insana
Que febril ardor, nesse torpor de pensamentos – tormentos
Anseio teu intimo mesmo que pra isso tenha que matar o meu
Nasço do teu ventre, das sensações mais estranhas

Do teu gozo alheio, da tua boca louca
Cresço em tuas entranhas e me mato no teu veneno
Tento cortar a carne e te possuir - ter
Mas não faço nada - nada além de morrer
Morrer por não te ter - viver e te perder.

Por: Tatiane Trajano & Elton Carlos Assis

*E tem dias que a gente tira até pra fazer parceria nas poéticas,né? Relembrando os velhos tempos em sala de aula... Esse acabou de sair, via MSN.

Um comentário:

Arthur Matos disse...

Quem é vivo aparece! heueheu...VOLTEI
tipo que to mt apertado com estudos, mas eu sempre passo aqui para prestigiar esse blog!
Não tem como entrar na net e não dar uma espiadinha no Balaio de Noca!!!

AAh e mais uma vez brilhante postagem!
bjus e tenha uma ótima semana!!!!