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domingo, 24 de maio de 2009

Um dia ELA chega!


A vida é mesmo engraçada ( e cá estou eu falando isso outra vez). Um dia o sol nasce mais lindo, a lua passa a ter um brilho especial, a chuva caindo torna-se cenário para uma nova história de amor, que vai nascer. Dois olhares se encontrando, duas vidas se cruzando... E tudo pode mudar!
A possibilidade de ser feliz existe, e todos nós estamos aptos a nos sentirmos assim, a fazer alguém se sentir assim.

Vale a pena acreditar, um dia simplesmente a felicidade bate em sua porta, e resta a você, oferecer-lhe morada.

Entra felicidade, e faça moradia em mim!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Lacrima


Noite lacrimosa
Soluçando suas dores ao meu ouvido
Secando suas mágoas em minha carne
Rasgando seu verbo em meu lençol...

terça-feira, 19 de maio de 2009

HELLcife, voltei!

E de novo, estou em casa. Voltei antes do previsto (mesmo não tendo previsão...rs), minha mãe está com uns probleminhas de saúde, logo, minha ausência nessa casa tornou-se um problema a ser resolvido. Então, diante da necessidade extrema, eu tive que voar de volta para o Recife. E dessa vez, sem mais viagens nos próximos meses, pelo menos, que não seja tão longa quanto essa que acabei de fazer.
Lá em Salvador continua tudo na mesma, eu sentia falta de algumas coisas particulares que encontro aqui em Recife (rs). No começo de maio, um amigo meu da faculdade estava por lá, nos encontramos, deu pra matar um pouco da “saudade da terrinha”.
E tenho que confessar, eu estava morrendo de saudades da minha casa, da minha mãe, das minhas coisas. Como agora também estou com saudades da casa da minha tia, de Kelly (piolho), dos meus primos... Enfim, só espero não demorar tanto pra voltar lá, afinal, só voltei a Salvador depois de seis anos de espera. Isso é tempo demais, para quem tem gente tão querida por lá.
E já aqui em Recife, algumas pequenas mudanças na minha vida, que eu prefiro não comentar no momento.
No mais,segue tudo na mesma de sempre.

Hein!
Como é bom estar em casa outra vez...rs

sexta-feira, 8 de maio de 2009

E na distância eu descobri...


Depois de tantas dores que você me causou, eu achei que só mudando de cidade para sarar as feridas. Arrumei as malas com o mínimo de coisas que pude colocar, na tentativa – falha – de minimizar tudo que me lembrasse você, e a nossa antiga vida.


Nessa nova cidade não corro o risco de encontrar nossos amigos em comum, que venham me perguntar ou me contar ao seu respeito. Aqui não existe a possibilidade de passar por um lugar qualquer, e de repente, lembrar que já estivemos juntas ali, de lembrar de um carinho tímido trocado no shopping, do piquenique no parque ao final da tarde... Tantas lembranças que não terei aqui.


Um certo dia percebo, que ao passar num lugar bonito, eu fico imaginando como seria se você estivesse aqui. Ao comer uma boa comida, me pergunto se você também tem experimentado novos sabores que a façam lembrar de mim. Quando estou me arrumando pra sair, ainda vejo o seu reflexo no espelho dizendo que minha blusa está com a gola torta, – porque só você sabe como me arrumar – que a sobrancelha está assanhada... E de quando em quando, ouço você me chamar daquele jeito carinhoso... Que hoje ao lembrar, me faz chorar.


É em momentos como esse, que eu tenho certeza que não importa aonde eu vá, eu sempre levarei você comigo, bem dentro de mim.