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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Quereres



Nos queremos tanto
Nos amamos tanto 
E nos temos tão pouco.

domingo, 27 de setembro de 2009

Nos dias que...




Saudade...
        Devora!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Teu Cais




Não te espero mais, em casa, no portão
Tirei seu cheiro de mim, do meu colchão
E por mais que eu fique pelo avesso
Não quero mais essa paixão
Que aquece e fere – pobre coração
Mudei de você
Agora eu quero ser minha
Ficar comigo, me amar mais
Te querer menos
Cansei de ser um cais
Esperando você atracar
Na ânsia de te ver em mim repousar
Me fazendo naufragar...
Não quero mergulhar dentro de você
E me perder de mim
Não precisa vim, não te espero mais
O seu egoísmo machuca demais
Estou fechando as portas
Não sou mais teu cais
Aonde você vem, repousa
E vai...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Primavera




Amor, é primavera..
Plante flores dentro de mim!
Quero nosso jardim cheio de cor
Você em todos os tons
Se misturando, experimentando...
Desabrocha em meu peito - num beijo
Deixa eu sentir teus aromas
Dália, Gérbera, Prímula...
Flor!

domingo, 20 de setembro de 2009

Sentença - VII

Sinceramente, ficar sem computador e internet por mais de dois dias, é uma tortura. ¬¬
Vivo com a memória meio falha e continuo funcionando, meu computador se dá ao luxo de NÃO mais funcionar quando sente umas "dores de cabeça".

Vou ficar um pouco ausente do blog, mas assim que der, volto!

tsc..tsc..tsc...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Nosso amor proibido





Não é proibido, pequena
Olhe pra mim, sofro o que em ti dói
A mesma vontade também me queima
E me consome inteira – me partindo em pedaços


Creia! Não sou feita de aço
E estremeço ao lembrar dos beijos teus
Teus beijos de fragola
Quero-te, com toda força que existe em mim

Também perco o sono, pequena
Pensando no que foi
E no que poderia ter sido e não nos foi permitido
Choro contigo!

E dizem que nosso amor é proibido
Em nome de quem?
Por quem?
Não se envergonhe, pequena
Eu te amo muito também.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Me veste com tuas mãos


Gosto das tuas mãos
De como elas me caem bem
De como elas me vestem
Sinto os teus dedos, tuas digitais marcando o meu corpo
Marcando-me como tatuagem
E eu queimo ao teu toque – vibro
Sinto-me desnudar
E me abro
Para que tuas mãos me vistam de carícias

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Sabe o que eu queria?


... Fazer amor contigo a noite inteira d e m o r a d a m e n t e...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Camaleoa


"E a tua cama será, a cama do mar... Deita na imensidão, descansa no meu paladar..."

sábado, 12 de setembro de 2009

Lembranças de uma Lua que chora


Desculpe. Estou com um nó na garganta, uma vontade de louca de chorar, de chorar até adormecer e não mais lembrar. As lembranças de nós dois me atormentam, e a saudade fere profundamente o meu coração. É tudo tão sem razão. Eu quero a explicação, ela existe? Não, creio que não.

Por favor, alguém aí, leve as lembranças de mim. A lembrança de você me sorrindo, me fazendo carinho ao acordar. Nossos corpos caídos, cansados de tanto amar. E o teu abraço apertado? Céus, aonde irei coisa melhor encontrar?
Amor, meu amor, nossos sonhos estão perdidos no ar. Desencontrados dentro de mim. E se eu pudesse ao menos pegar sua mão outra vez, eu iria nos conduzir de volta para o nosso amor. Lembra? Construímos tudo com tanto carinho, e assim como um vento forte e devastador, nada ficou no lugar. Sim meu amor, nada pode ficar intocável. Desculpe. Eu não sou tão forte como deveria ser... Forte é a dor aqui no meu peito, que não encontro meios para conter. Aí em noites como essa, eu volto a lembrar de você, e sofro por nós.

Viu a lua lá fora? Ela que tantas noites foi nossa cúmplice, ela, que linda e grandiosa no céu, eu te ofereci certa vez. Lua dos apaixonados, vai até o meu amor e brilha, o brilho que já não carrego mais em meus olhos.

Meu amor por você é uma prece, branda e fervorosa.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Pode ir


O que é isso que me ofereces? Migalhas que chamas de amor? Não, não... Leve de volta. Não aceito pedaços, quando me dou inteira. Se sentimentos pra você já virou brincadeira, pode sair, e não volte mais.
Não me procure quando a cama estiver vazia, quando o frio dos dias lhe fizer gelar. Não queira me tocar com essas mãos tão frias, nem me olhar com esses olhos distantes, mesmo tentando disfarçar. Se quiser me abraçar, me faça queimar!
E se não for pra ficar, é melhor nem entrar... Pode ir, não vou mais te encontrar, não ficarei mais a esperar. Esperar por um futuro que só existe nas minhas imaginações.
Eu já entendi. Meu amor, pode ir. Não vou mais te pedir pra ficar, ter só a metade é não ter nada. Você não é a metade que me faltava, você é o todo que me completa.
A porta está aberta, vai!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O começo do fim


Essa dor que você me causou congelou minh´alma
Em um suspiro gelado, eu morri, feliz?
Se isso foi o presente que seu amor me concedeu, aceito e sofro calado.
Fique com as minhas mentiras, doenças, mágoas...
Comtemple o que você causou ao entrar na minha vida
Te dei meu intimo pra você me matar
Pouco a pouco decaio em minhas próprias mágoas
E como um verme vou chegando ao fim de tudo
Ou seria o começo?
O começo do fim, o começo de um ódio que nasceu em mim
Você deu vida e alimentou meu ódio, e agora deve morrer por ele
Com ele, nele, lento e agoniante como o veneno do meu amor
Esse amor que é a causa da minha desgraça
Desejo que você sangre, o sangue que já não tenho
Que chore as lágrimas que me afogam
Morra lentamente como matou meu intimo...!


*Em parceria com Elton Assis

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Escuta... Parte - VI


Querida, por um momento eu queria esquecer o significado da palavra s.a.u.d.a.d.e. Mas como posso? Se as mínimas coisas me fazem senti-la. Sua voz, seu sorriso... Me rasgam o peito ao lembrar, e então, deixo escorrer dos meus olhos lágrimas de saudades, deixo escorrer em mim um pouco mais de você.
A distância do nosso silêncio me ensurdece. A ponta do meu lápis queria escrever palavras mais alegres. Porém querida, é tudo tão cinza aqui, que a simples lembrança do seu sorriso cheio de luz quer me cegar.
Eu tenho medo dos dias, dos dias que passam sem você. Eu preciso da sua mão, do seu corpo, da sua proteção.

É mais uma carta que escrevo que não vou te entregar
É mais uma dor que sinto, que você não vem curar

sábado, 5 de setembro de 2009

Mais uma vez


Beija minha boca
De preliminar
Abra minhas pernas
Venha me desvendar
Me devore na língua
Eu vou me entregar

Agora me abrace forte
Me sinta pulsar
Agora que o mel escorre quente
Vamos recomeçar

Mais e mais uma vez... Por toda noite.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Fado da solidão


Se é música o que canto
Por certo será um fado
Fado de um amor desencontrado
De uma dor latente
Que dilacera corpo, alma e mente

Fado da solidão
De fato de um coração apaixonado
Embriagado da ausência
Ressecado da falta que você faz

Fado da ilusão
Da espera
Do não

A voz não é boa para cantar-lhe o fado – de fato
A mão já não acerta escrever-lhe os versos – sejamos honestos
Não é música, verso ou fado
É apenas o meu coração apaixonado – de fato
Batendo você.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Compasso


Em compasso acelerado o coração nos sorria
Em seus braços cálidos o meu corpo caia
Pelos seus dedos mágicos minha boca gemia
No botão da minha rosa o gozo fluía

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Senhora


Senhora, donzela e amante
Curvo-me aos teus pés
Em minha última súplica
Dá-me o pão do teu corpo
O vinho do teu gozo
Alimenta-me de vida outra vez

Senhora, parte constante em mim
Açoita-me com teus cabelos
Faz-me prisioneira em tuas pernas
Prometo não tentar fugir – jamais
E se for pra morrer, Senhora
Deixe que seja em ti.