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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Reticêncio-me

E de que base me julgas?
De que amor falas?
São tuas palavras, tuas meias palavras, são elas que não mais me comovem.
E eu já cansei de amores fantásticos. Como as histórias sobre os astros que você me contava. Não me fale mais nada, não me doe mais nada. Hoje eu nem quero saber.
Me deixa sozinha em mim, infinitamente em mim.
Eu cansei de tentar e tentar... A dor do depois já nem posso mais suportar.
A verdade é que você nunca me vê, nunca. E tudo é tão pouco não é?!
Tão pouco de mim, tão pouco em mim... Pouco pra nós. Que nós?!?

Sem mais palavras...

Reticêncio-me!

8 comentários:

Dustin Maia disse...

Reticências que calam os últimos versos de um poeta sem voz, que dizem mais do que um verso, mais do que um livro inteiro. Reticências que escondem o intimo do meu ser e em seu intimo escondem o que eu queria dizer...

mARa disse...

...as vezes melhor é as reticencias em nós, deixam o implicito, declarado...as vezes estar conosco é melhor. Palavras sentidas Menina.

Beijo1


Namastê!

disse...

Isso enlouquece, né Tati?

;*

dianavalentina, disse...

reticência pra mim é quando não dá mais nada.
nem pra dizer. nem pra sentir.
se é pouco acontece.
se é muito acontece também.

Erica Vittorazzi disse...

hum, reticências. Estes três pontinhos querendo significar algo.

Seria uma esperança?


Beijos, Tati

Lua disse...

Reticencias parece mais ser um pode ser num futuro?!

bjo ;)

Luna Sanchez disse...

Eu gosto de reticências. Muito. Preciso delas.

=**

ℓυηα

Luna disse...

reticencias deixam algo implicito, sempre.



saudades tb de te ler Tati, to voltando aos poucos, só me falta mais tempo e mais disposição.