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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Por entre os dedos

Procura-me por entre os dedos
Aquece-me o corpo inteiro.
Deixo-me queimar
No desejo profano de você.
Recebo-te em minha cama
Para que faças moradia dentro de mim
Penetrando-me lentamente
Até o gozo fluir.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Por falar em viver...


Ela sorrir como quem nada quer
Abraça como se fosse o mundo
Sonha como se fosse fácil
E vive intensamente porque acredita na beleza do esquisito.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Latim

Diz que tudo foi mentira, que não houve sentimento. Diz que não existiu amor, que tudo foi só fingimento. Sua tolice ultrapassa os níveis da minha tolerância.
Suas concepções equivocadas já nem quero reverter. Não, eu não gastaria o meu latim com você.

sábado, 12 de junho de 2010

Sobre o que sinto

Sabe amor, são tantas as coisas que eu queria dizer. Porém, não encontro uma maneira de dizê-las, e nem sei se consigo. Não do jeito que gostaria.
Eu já te falei que me sinto a pessoa mais feliz do mundo por ter você aqui perto?
O seu cheiro, seu riso de bom dia, sua procura na madrugada... Ah!
Você preencheu todos os espaços vazios. Me resgatou de mim mesma. E com você eu posso ser eu, e gosto de me ser.
Não precisamos ser metade, somos dois inteiros que se amam e se respeitam.
Você me fez querer outra vez. E a reciprocidade do querer é tão doce amor
Ao seu lado eu descubro a felicidade nas coisas mais simples, nos momentos mais inesperados.

Sabe de uma coisa amor?
Eu te amo, e me sinto imensamente grande por isso.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Fato

Viver a dois não é fácil, mas a tua companhia me é doce.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

(In)tocável

Ela não mais o olhava nos olhos. Tinha medo das palavras, das verdades. Ela se escondia dele, mas o tinha dentro de si, inegavelmente.
Ela não o atendia, não o entendia. Praguejava aos quatro ventos. Por ele, por ela, pelo mundo, pelo tempo. Preferiu se fazer esquecida nele. Decidiu sozinha, não perguntou, não quis ouvir.
E assim ela se vai. E vai como sempre. Fisicamente intocável, imperceptível.

*Pobre moça, não sabe que o que vale mesmo é o que se guarda no coração. E Isso ninguém pode levar. Sim?!