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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Fragmento - I

A história se repete na vida dela como se fosse um filme. A dor a percorre como se fosse o próprio sangue. Súplicas  sem fim, mudanças que nunca acontecem, esperas que nunca chegam. Dias sempre tão iguais. Desassossego do ser, sem ser. Ele nela, ela que se morre a cada dia  por não estar nele.  Não se são, e isso lhe dilacera o peito. 

Um comentário:

Thai Nascimento disse...

E o peito dilacerado não morre, mas sente tudo mais intensamente ainda.

Só sobra a torcida de que um dia a vida, ou o destino, se canse da brincadeira e traga uma surpresa boa, a mudança.