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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

(Re)modelando





Eu não queria ter te abandonado, BaLaio. Logo você, tão amigo, companheiro. Me ouviu na  glória e no desespero. Pensei que na “maturidade” de mim, não me faltariam letras, frases. Mas, calei! Calei de uma forma que mal posso me ouvir, por mais que eu tente.  E eu tento!  Talvez o álcool tenha feito chegar aqui, agora, essa hora. Logo agora? Tantas coisas se passaram, tantas vidas que vivi e outras que nem vi – já foi! Estou bem, estou sim. Nem tudo é poeira. Tantas flores que cheirei, aliás, nos últimos dias, meu jardim está festa. Tenho que ser festa, né? Não dá pra ficar no caminho, se deixar murchar pelas circunstancias. É obrigação perfumar, e acima de tudo, me permitir sentir o perfume das flores. Elas existem! Eu existo. Estou bem, e não é por esse álcool,é pela oportunidade de me fazer e (re)fazer todas as manhãs. 

Um brinde!

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Pouco mais que muito

    

Não existe, não resiste,  ao tempo e a loucura.  Pouco mais que muito.  Menos mais que certo. E o que será?  O que será que foi?  O relógio correu,  o tempo correu e o mar já secou.  É fúria!  É talvez, não sei,  sei lá.  Foi,  não foi,  é?! Somos o náufrago ou o barco que resiste em meio a imensidão?  Não existe, mas resiste?  É talvez, não sei,  sei lá. 

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Musicalidade


"Talvez você possa compreender a minha solidão
O meu som, a minha fúria e essa pressa de viver
Esse jeito de deixar sempre de lado uma certeza
E arriscar tudo de novo com paixão
Andar caminho errado pela simples
Alegria de ser

(...)

Talvez eu morra jovem em alguma curva do caminho
Algum punhal de amor traído completará o meu destino
Vem."

Ana Carolina - Coração Selvagem

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Belive


Foi mais fácil, amor. Aquele não, que me dizia sim. Foi mais rápido, aquela partida mentirosa que sempre deixa pedaços – em pedaços. É mais simples olhar o horizonte, do que os próprios calos, ainda tão dolorido apesar do tempo. Partir é quase que uma regra de existência. É uma afirmação de não estar ausente mesmo distante. Esse é que nunca será, é a certeza do que somos. É mais fácil, acredite. Aprendi com você mesma a sempre voar, para que assim eu tenha a garantia de no alto te encontrar. Na liberdade de não estar, mas ser.


Um beijo sublinhado de descaso e aquecido de saudades.

Czarny.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Fato

Existem coisas na vida que te machucam fatalmente
 é como se fosse um soco bem no meio do estômago.