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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

(Re)modelando





Eu não queria ter te abandonado, BaLaio. Logo você, tão amigo, companheiro. Me ouviu na  glória e no desespero. Pensei que na “maturidade” de mim, não me faltariam letras, frases. Mas, calei! Calei de uma forma que mal posso me ouvir, por mais que eu tente.  E eu tento!  Talvez o álcool tenha feito chegar aqui, agora, essa hora. Logo agora? Tantas coisas se passaram, tantas vidas que vivi e outras que nem vi – já foi! Estou bem, estou sim. Nem tudo é poeira. Tantas flores que cheirei, aliás, nos últimos dias, meu jardim está festa. Tenho que ser festa, né? Não dá pra ficar no caminho, se deixar murchar pelas circunstancias. É obrigação perfumar, e acima de tudo, me permitir sentir o perfume das flores. Elas existem! Eu existo. Estou bem, e não é por esse álcool,é pela oportunidade de me fazer e (re)fazer todas as manhãs. 

Um brinde!